domingo, 9 de novembro de 2008

A Ciência confirma a Profecia Maia

Realização das detalhadas profecias que a antiga cultura Maia fez para
o período correspondente entre os anos 1992 e 2012 do nosso calendário
gera um grande mistério e uma pergunta inquietante: Encontramos-nos
realmente vivendo o final de una era cósmica e veremos dentro de
quatro anos o amanhecer bem diferente do que conhecemos?

Os científicos não sabem o que está acontecendo com o Sol. No dia 20
de janeiro de 2005, uma surpreendente tempestade solar alcançou a
Terra com sua máxima radiação 15 minutos após as explosões.
Normalmente, demorariam 2 horas para chegar aqui. Segundo Richard
Mewaldt, do Califórnia Institute of Technology, foi a mais violenta e
mais misteriosa dos últimos 50 anos.

Os cientistas acreditavam que as tempestades se formavam na coroa
solar pelas ondas de choque associadas a erupções do plasma.
Entretanto, neste caso parece haver se originado estranhamente no
interior do astro rei, segundo afirmou o professor Robert Lin, da
Universidade da Califórnia.

Os astrônomos ficaram perplexos. O professor Lin – principal
pesquisador do satélite Reuven Ramaty High Energy Solar Spectroscopic
Imager (RHESSI)– expressou sua conclusão com uma frase muito simples:
"Isso significa que realmente não sabemos como o Sol funciona".

Resumindo: O inusitado fenômeno de 20 de janeiro de 2005 acabou com os
modelos de estudos da nossa ciência sobre o assunto.

E porque o Sol produziu uma atividade tão intensa e anômala neste
momento? O pico máximo de atividade da nossa estrela - no seu ciclo
principal de 11 anos - aconteceu no ano 2000.

Em 2004 os físicos solares observaram uma ausência total das manchas,
onde isso sempre anuncia a proximidade de alguma atividade no Sol.

Essa atividade mínima deveria ocorrer entre 2005 e 2006, uns quatro
anos antes da máxima, prevista para o ano 2010 ou 2011, precisamente
nas vésperas da data para a qual os antigos Maias profetizaram o final
da era correspondente ao "Quinto Sol" e o começo de outro ciclo
cósmico, chamado "Sexto Sol".

Os Maias sabiam de algo que nossa ciência atual ignora? Os textos
sagrados poderiam ajudar os cientistas a entender o comportamento do
astro rei?

E sobre tudo, por que motivo eles prestavam tanta atenção na atividade
solar dos nossos dias naquela época?

O Calendário Maia termina de repente no sábado 23 de dezembro de 2012,
5.125 anos depois de se iniciar a era do "Quinto Sol".

Segundo as profecias, a causa física desse término é que o Sol
receberia um raio oriundo do centro da galáxia e emitiria una imensa
"chama radioativa" que transmitiria a radiação a Terra e
conseqüentemente a todo o sistema solar. Este evento acontece antes do
começo de um novo ciclo cósmico.

Segundo os dados Maias, já houve cinco ciclos de 5.125 anos,
completando uma série de 25.625 anos, período muito próximo ao da
"precessão dos equinócios", conhecido como "Ano Platônico" ou "Grande
ano Egípcio", correspondente a um ciclo completo formado por 12 eras
astrológicas (25.920 anos).

Segundo os Maias, a cada ciclo de 5.125 anos finaliza o prazo de uma
humanidade (raça) na terra – primeiro a destruição, seguida pela
regeneração que traz o ciclo seguinte, o "Sol". No começo são feitas
sincronizações da "respiração" de todas as estrelas, planetas e seres.

No dia 11 de agosto de 3.113 a.C. os Maias fixaram o nascimento do
"Quinto Sol" – A era atual – cujo final será em 2012. A era da água
acabou com o Dilúvio, a seguinte foi com o dilúvio de fogo e a nossa
chamada de "Era do Movimento", chegará ao fim com violentos
terremotos, erupções vulcânicas e furacões devastadores.

A mitologia de várias culturas antigas fala de inundações
catastróficas que aconteceram há uns 12.000 anos e de misteriosas
chuvas de fogo, há cerca de 5.000 anos, onde pesquisadores como
Maurice Cotterell associam a um grande cometa que cruzou a atmosfera
terrestre.

A profecia Maia também descreve os 20 anos anteriores ao primeiro dia
do "Sexto Sol" com certo detalhe. Este ciclo menor, denominado Katum,
já chegou a quase dois terços da sua duração total. Ele nos permite
verificar até que ponto da atualidade foi cumprido suas profecias e
conseqüentemente, decidir se seus acertos merecem suficiente
credibilidade.

O último Katum – denominado por eles "o tempo do não tempo" teve
início no ano de 1992 do nosso calendário, logo após a um eclipse do
Sol que eles profetizaram para o dia 11 de julho de 1991 e que
aconteceu realmente. No entendimento dos Maias, se trata de um período
de transição, caracterizado por grandes mudanças cósmicas, telúricas e
históricas.

Em setembro de 1994 foram detectadas fortes perturbações no campo
magnético terrestre, com alterações importantes como a orientação
migratória das aves e cetáceos e inclusive o funcionamento da aviação.

Em 1996, a sonda espacial Soho descobre que o Sol não apresenta
vários, mas somente um campo magnético homogeneizado. Em 1997
aconteceram violentas tempestades magnéticas no Sol e em 1998 a NASA
detectou a emissão de um potente fluxo de energia vindo do centro da
galáxia onda ninguém soube explicar.

Outra data importante da profecia Maia foi o eclipse total do Sol em
11 de agosto de 1999 que aconteceu exatamente como eles falaram.
Segundo o Chilam Balam (livro sagrado Maia) após sete anos do início
do último Katum (1999) começa uma era de escuridão e os desastres na
terra (terremotos, furações e erupções vulcânicas) aumentariam
consideravelmente.

No dia 15 de agosto de 1999, 1 mês após o mencionado eclipse,
aconteceu uma misteriosa explosão vindo do espaço e por causa disso
algumas estrelas ficaram em eclipse durante horas.

As radiações das ondas de radio, raios gama e raios X multiplicaram
sua intensidade em 120%.

Os astrônomos Richard Berendzen e Bob Hjellming, do Observatório Radio
astronômico do Novo México (EE UU), qualificaram esse fenômeno como um
enigma "digno de uma investigação minuciosa"

O raio e a chama radioativa

Diante desses acontecimentos podemos se perguntar: Poderia ser essa
misteriosa e inexplicável radiação de 1999 o raio proveniente do
centro da galáxia que segundo os Maias, alcançaria o Sol antes do ano
2012 resultando nos fenômenos sísmicos aqui na Terra? Podemos se
perguntar também sobre a "chama radioativa" que segundo os Maias, o
Sol emitiria após receber esse "raio". A Igualmente enigmática e
anômala explosão solar de 20 de janeiro de 2005 que deixou perplexos e
sem respostas os cientistas pode ser esse acontecimento?

O eclipse de 11 de agosto de 1999 que antecedeu a forte radiação vinda
do espaço no dia 15 de setembro de 2005 inaugurou um período de
cataclismos naturais.

No dia 7 desse mesmo mês houve um terremoto de 5.9° (escala Richer) na
Grécia, com 218 mortos. Dia 8, inundações catastróficas na China com
milhares de mortos. Dia 17, um terremoto de 7,4º na Turquia com 15.000
mortos. Dia 20, um terremoto de 7,6º em Taiwan com 2.000 mortos. Dia
22, uma cadeia de terremotos entre 2º e 5,2º em todo o planeta. Um
terremoto em Oaxaca (México), seguido de grandes incêndios devidos a
explosões de gás com mais de 100 mortos e dia 10 de outubro as chuvas
produziram 300 mortos e 500.000 afetados também no México.

Não se trata de uma lista exaustiva de catástrofes, são somente alguns
fenômenos que aconteceram nos dois meses posteriores ao eclipse de
agosto.

Esses dados também falam sobre o grande aumento dos sismos, erupções
vulcânicas e meteoros violentos. A comparação da intensidade e da
quantidade que esses fenômenos aconteceram nos anos anteriores revela
que houve um grande crescimento desses fatos no período que os Maias
denominaram de "o tempo do não tempo".

Depois a potente e anômala radiação emitida pelo Sol no dia 20 de
janeiro de 2004 cresceram o número de erupções vulcânicas. Durante
esse ano foi registrado 31 erupções significativas.

Existem outras confirmações

A partir de 1999 se incrementariam as guerras e a destruição. O
eclipse teve sua sombra sobre o oriente médio mais precisamente sobre
o Irã, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Índia, todas sendo áreas de
conflitos sérios. Próximo de 2012 uma onda de calor aumentaria a
temperatura do planeta produzindo mudanças climáticas, geológicas e
sociais sem precedentes com uma rapidez assombrosa. E estamos dentro
dessa dinâmica. O acelerado derretimento da camada glacial em todo o
mundo e a aparição de zonas verdes na Antártida é um feito confirmado
cientificamente. Os cientistas também anunciaram as mudanças que estão
acontecendo no Sol.

As profecias Maias falam da aparição de um cometa com alta
probabilidade de impacto com a terra. Curiosamente, também no
Apocalipse de São João se profetiza a chegada desse cometa chamado
"Ajenjo" como o sinal do "Final dos Tempos". Outra coincidência
interessante é que o dia 11 de agosto de 1999, não só teve o eclipse
total do milênio, mas teve também a formação de uma configuração
astrológica muito rara: A grande luz cósmica formada pelos signos de
Touro, Leão, Escorpião e Aquário, pelo Sol, pela Lua e três planetas
(ANO/ZERO, 102)

Esta Cruz também é dita no Apocalipse porque evoca os "quatro
moradores do Trono"

O primeiro é descrito como "semelhante a um leão (Leo). O segundo
semelhante a um touro (Tauro), o terceiro "com semblante humano"
(Aquário) e o quarto semelhante com uma águia (Escorpio).

Estamos diante de um simbolismo complexo que encaixa as profecias
Maias do começo do "Sexto Sol", uma nova era que segundo sua predição
acabará com o "tempo do medo" e uma humanidade renovada pelo cosmo
construirá uma civilização superior que a atual.

Com toda essa expectativa é inevitável não lembrar a mestres como o
Sri Aurobindo que junto com sua companheira Madre e seu discípulo
Satprem promoveram uma transformação fisiológica convencidos de que um
ser humano superior deve produzir "o despertar" do corpo das células
até o átomo.

Uma evolução programada

Aurobindo ensinou que aconteceria um "pouso de luz superior nas partes
mais baixas da natureza" onde favoreceria o acesso do ser humano a um
nível de consciência mais elevado do que o atual.

Poderia essa mudança ser ativada ou favorecida por esse grande evento
cósmico que foi anunciado pelas profecias Maias? Pode esse salto
vibracional do universo, transmitido pelo universo ao Sol e do Sol
para a Terra estar impulsionando a "grande transformação" que segundo
os Maias chegará definitivamente ao nosso planeta no sábado 23 de
dezembro de 2012?

Todas as profecias afirmam veementes a respeito de um salto
qualitativo na evolução da consciência humana. A mudança cósmica
criará as condições, mas a mudança interior só pode ser feita por uma
decisão livre e com um trabalho individual de cada um dos humanos.

No final desse último Katum, o Céu nos coloca ante uma encruzilhada:
autodestruição ou transformação.

Encontramos-nos numa espécie de "terra de ninguém". Estamos numa fase
definitiva onde já não pertencemos a nenhuma era. E provavelmente
daqui a quatro anos, quando "a porta cósmica" se abrir estaremos numa
era renovada.

Em qualquer dos casos nos parece evidente que os acontecimentos estão
de acordo com as profecias Maias o suficiente para que possamos
estudá-las seriamente sem prejudicar tudo o que sabemos do mundo.

A evolução biológica e psicoespiritual respondem a uma programação
cósmica inteligente?

Esta é sem dúvida o grande mistério da humanidade.