quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O Vírus HIV é inofensivo, Remédios para tentar matar o Vírus é o que provoca a morte dos pacientes, afirma o ganhador do Nobel, Dr. Peter Duesberg - AIDS



Bomba! O Vírus HIV é inofensivo, Remédios para tentar matar o Vírus é o que provoca a morte dos pacientes, afirma o ganhador do Nobel, Dr. Peter Duesberg - AIDS


Artigo abaixo é do Site valeagoraweb, mas foi melhorado por mim, Bruno do SeteAntigosHeptá:

Por: Redação em 04/12/2013 às 9:59 [Melhorado por Bruno G.M.]
Doutor Peter Duesberg, PhD, Ganhador do Premio Nobel 

Brasília - O doutor Peter Duesberg é agora é classificado como “persona non grata” pela indústria multibilionária da AIDS, e tudo porque ele provou que o HIV é um vírus inofensivo, o que mata as pessoas é o tratamento para matar o vírus da AIDS.

Professor de Biologia Molecular da Universidade da Califórnia, Peter Duesberg, ganhador do premio Nobel em 1987 [site oficial dele, Clique Aqui], teve a coragem de desafiar a indústria da AIDS, que é formada pelos produtores de medicamentos alopatas, de preservativos e pela medicina mercantilista -[ que vive da doença, não da saúde...] - Ele mantém 4 mil pacientes diagnosticados como portadores do HIV, ou seja, os chamados soropositivos, que não tomam remédio algum; eles são proibidos de tomar remédio. Não são 4..., Não são 40..., Não são 400..., São 4.000 pacientes e em quase a metade dos casos o HIV desapareceu espontaneamente! O que levou o doutor Peter Duesberg a concluir que a AIDS decorre exatamente dos remédios que se toma para combater o HIV. [O termo AIDS se refere ao estado imunológico fraco, onde o organismo vivo fica sem defesas naturais, e por isso é facilmente abatido até mesmo por uma simples gripe, ou bactéria, HIV é o termo que define o Vírus, que na verdade é inofensivo].

Eu li o trabalho do doutor Peter Duesberg e confesso que cheguei ao orgasmo da satisfação pessoal, porque, ainda que me falte engenho e arte, eu sempre desconfiei da existência de um submundo por trás da AIDS - um negócio lucrativo -  por certo. Segundo o doutor Peter, o HIV ( Human Immunodeficiency Virus ) - ”é um vírus passageiro e inofensivo, existente muito antes da epidemia de AIDS” -  De fato, o HIV foi identificado e isolado em 1938 pelos cientistas Robert Gallo e Lue Montagnier e a AIDS é uma “invenção” da década de 1980. O professor Peter Duesberg concorda que o HIV pode ser transmitido no ato sexual, mas, em relação à AIDS, ele provou que se trata apenas do “marcador substituto” - ou seja, é a variável intimamente relacionada com outra, que é a verdadeira causa da 'doença' [melhor dizendo, ilusão de doença] -  E, agora, pasmem! O doutor Peter Duesberg disse que “o consumo de drogas (remédios) equivocadamente usada para combater o HIV, leva à AIDS”. Não por coincidência, todos que morreram de AIDS estavam sob cuidados médicos... E, agora, pasmem novamente com o que disse o doutor Peter:  -“O AZT e outras drogas usadas para combater o HIV estão, na verdade, provocando a doença (AIDS) em pessoas que seriam HIV positivas saudáveis”. Ao ler o trabalho do doutor Peter Duesberg eu me lembrei da música do Chico Buarque de Holanda, - “Fado Tropical” - que diz assim: - "Todos nós herdamos do sangue lusitano uma boa dosagem de lirismo, além das sífilis, é claro".

Ou seja: o HIV pode estar presentes no sangue e isto não quer dizer que a pessoa está condenada. E como ensina o doutor Peter, não deve jamais tomar remédio para combater o HIV. Portanto, se um dia eu for diagnosticado como soropositivo eu nem me preocupo. E se vierem me dar remédio para combater o HIV eu chamo o doutor Peter. Ah! Ia esquecendo de dizer que o doutor Peter Duesberg tem o apoio de dois prêmios Nobel de Química e acaba de ser contratado pelo governo da África do Sul para coordenar o programa de combate à AIDS. E por que a tese dele não se alastrou pelo mundo? Porque a mídia capitalista também depende da indústria da AIDS, pois é de lá que vem as gordas verbas publicitárias.
Então minha gente, vamos deixar de paranóia e procurem ler o trabalho do doutor Peter. Apesar de ele ter sido considerado “persona non grata” pela indústria da AIDS, não conseguiram ( ainda ) destruir o trabalho dele.

Escrito por Roberto Vilanova (Blog do Bob), melhorado por Bruno do Site SeteAntigosHeptá.

Sobre o Dr. Peter H. Duesberg:

Peter H. Duesberg (nascido na Alemanha, 2 de dezembro de 1936) é professor de biologia molecular e celular na Universidade de Berkeley. Ph.D em química pela Universidade de Frankfurt, tornou-se pesquisador do Instituto Max Planck de Virologia, em Tübingen e, desde 1973, é professor titular da cátedra de biologia molecular e celular de Berkeley, cátedra esta que já foi ocupada por mais de um prêmio Nobel.

Especializado no estudo de vírus, demonstrou que o vírus da gripe tem o genoma segmentado, e mapeou a estrutura genética dos retrovírus. Por este e outros trabalhos ganhou vários prêmios internacionais de ciências. Sua experiência com os retrovírus o levou a publicar artigos em revistas científicas de reputação internacional, refutando a hipótese de que a AIDS seja causada por um vírus. Propõe como hipótese de trabalho que a AIDS é causada por abuso de drogas e comportamentos auto-degradativos, que leva o sistema imunológico ao colapso. Seus estudos sobre a participação viral na ontogênese o levaram a refutar esta relação. Sugere, como linha de pesquisa científica, que a aneuploidia esteja na origem do câncer.
Em 1996, em seu livro Inventing the AIDS Virus (Inventando o vírus da AIDS) e em inúmeros artigos para jornais e cartas para editores, Duesberg afirma que o HIV é inofensivo, e o uso de drogas ilícitas e farmacêuticas (especialmente de AZT, uma droga utilizada no tratamento da AIDS) são as causas verdadeiras da doença fora da África (a tão comentada Hipótese de Duesberg).

Duesberg afirma que a AIDS na África é erroneamente diagnosticada, e a epidemia é um mito, alegando que o critério de diagnóstico da AIDS na África é diferente de qualquer outro lugar e que a perda da imunidade nos pacientes africanos pode ser explicada por fatores como desnutrição, consumo de água poluída e várias outras infecções que têm os mesmos sintomas da AIDS. Duesberg também argumenta que os retrovírus como HIV sobrevivem de maneira inofensiva, e que a maneira comum de propagação é a transmissão de mãe para filho por infecção no útero. A Hipótese de Duesberg é apoiada por vários cientistas, em sua maioria Phd's e ganhadores de prêmios Nobel, embora seja atacada massivamente por cientistas de grandes laboratórios, principalmente o GlaxoSmithKline (Burroughs Wellcome na época em que patenteou o AZT).

Cientistas que concordam com a Hipótese de Duesberg:

Renomados cientistas concordam com Dr. Duesberg sobre a não-relação HIV-AIDS e sobre os efeitos nocivos dos coquetéis anti-AIDS (AZT):

- Walter Gilbert, Ph.D. - recebeu o Prêmio Nobel de Química 1980; professor de Biologia Molecular pela Universidade de Harvard (EUA).
- Kary Mullis, Dr. - recebeu o Prêmio Nobel de Química 1993 por inventar a Polymerase Chain Reaction (PCR), ferramenta vital no estudo de partículas virais e testes de cargas virais (EUA).
- Etienne de Harven, professor emérito de Patologia pela Universidade de Toronto (Canadá) e um dos Top especialistas do mundo em microscopia eletrônica.
- Charles Geshekter, Ph.D. - três vezes Fulbright scholar. Professor de História Africana pela Universidade Estadual da California (EUA). Serviu como conselheiro do Departamento de Estado dos E.U.A. e de vários países africanos (onde estudou com os supostos casos de AIDS africanos).
- Rosalind Harrison, do Royal College of Surgeons, consultor oftamologista do Serviço Nacional de Saúde (Reino Unido).
- Heinz Ludwig Sänger, Ph.D. - Professor emérito do Departamento de Biologia Molecular e Virologia do Instituto Max Planck (Alemanha).
- Rudolf Werner, Ph.D. - Professor de Bioquímica da Escola de Medicina da Universidade de Miami (EUA).
- Gordon Stewart, Dr. - Professor emérito de Saúde Pública da Universidade de Glasgow (EUA).
- Phillip Johnson, Dr. - Professor Senior de Direito da Universidade da Califórnia (Berkeley).
- Rodney Richards, Ph.D. - Bioquímico e pesquisador da companhia de biotecnologia Amgen (EUA).
- Eleni Papadopulos-Eleopulos, Dra. - Professora de Física Médica do Royal Perth Hospital (Austrália).

Mais Sobre o Assunto:

O HIV é inofensivo. Mas as drogas anti-HIV são mortais. Revista SUPER INTERESSANTE - Outubro de  2000 – Edição 157 - Entrevista com Peter Duesberg PhD

Um dos maiores especialistas em vírus HIV afirma que a Aids não é contagiosa e que se alguém injetar o vírus em si mesmo não ficará doente. Por Flávio Dieguez - fdieguez@abril.com.br

Desde a eclosão da Aids, em 1981, a expressão “HIV-positivo” se transformou quase que em uma sentença de morte. A presença do HIV em um organismo significava que, mais cedo ou mais tarde, ele adoeceria de Aids.

Mas… e se o vírus for inocente? E se ninguém precisasse temer o contágio e nem, por causa disso, tivesse que usar camisinha como uma obrigação, nem tomar drogas pesadas como o AZT, disparadas contra o vírus como a única alternativa de salvação? Essa tese polêmica — ou simplesmente insana na opinião de muitos especialistas — é defendida pelo cientista que mais entende hoje dos vírus da categoria do HIV, chamados de retrovírus.

Trata-se do bioquímico alemão, naturalizado americano, Peter Duesberg, da Universidade da Califórnia, em Berkeley. “Peter é extraordinário e brilhante”, diz a seu respeito o seu maior oponente, o virologista americano Robert Gallo, do Instituto Nacional do Câncer (INC). (Gallo descobriu o HIV e é o autor da tese de que é o vírus que causa a Aids, Gallo trabalha para os laboratórios que produzem os remédios anti-aids). Peter Duesberg concordou em dar esta entrevista à Super depois que o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, em abril, anunciou que poderia suspender, em seu país, o tratamento da Aids por meio de drogas anti-HIV, não só por seus efeitos colaterais deletérios, como por haver dúvidas sobre sua eficiência no combate à doença. O anúncio teve o efeito de um terremoto. Pela primeira vez se deu atenção a Peter Duesberg e a mais uma centena de pesquisadores que inocentam o vírus, entre os quais o bioquímico americano Kary Mullis, da Universidade da Califórnia, Prêmio Nobel de Química de 1993. A seguir, entenda por que eles não acreditam que o HIV seja o vilão da história.

Super - Por que você não aceita a teoria de que a Aids é causada por um vírus, o HIV?

A Aids não é compatível com os critérios usados para definir uma doença como infecciosa — isto é, causada por microorganismos - Para começar, todas as infecções levam ao contágio e são comumente transmitidas para quem trata os pacientes. Não se conhece um único médico ou enfermeira que tenha contraído Aids dessa maneira. No total, desde que a Aids foi diagnosticada há 20 anos, mais de 750 000 casos já foram registrados nos Estados Unidos. O fato de não ter havido a contaminação de um médico ou uma enfermeira sequer demonstra que a Aids não é contagiosa.

Super - Mas a Aids não está se espalhando pela população por contágio?

Não, as doenças infecciosas se alastram mais ou menos por igual por toda a população. É o que se vê, por exemplo, na poliomielite, na varíola, na hepatite etc. Em vez disso, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, a Aids é uma enfermidade predominantemente masculina: até 85% dos pacientes são homens. Como explicar a baixa incidência no sexo feminino? E não é só isso: quase 70% dos pacientes masculinos são homossexuais usuários de drogas, o que torna a distribuição da doença ainda mais desigual, mais restrita a um segmento específico da sociedade.

Super - Então, qual seria o papel do vírus?

O HIV não se encaixa nos critérios estabelecidos. Nenhum outro vírus tem o comportamento que se atribui a ele. Enquanto todos os vírus conhecidos causam doença em alguns dias ou semanas após a infecção, o HIV demoraria até dez anos para provocar efeito. É um paradoxo sem explicação. Na verdade, essa demora no aparecimento do mal é característica das doenças associadas às drogas. O câncer de pulmão surge de dez a 20 anos depois que se começa a fumar, e a cirrose, 20 anos depois de começar a beber.

Super - Até que ponto essa analogia é importante para entender a causa da Aids?

Ela mostra o quanto é duvidoso que o HIV seja a causa da Aids. Se ela fosse de origem viral, deveria ter seguido um de dois caminhos possíveis: ou teria sido controlada assim que os pacientes desenvolvessem imunidade a ela, ou teria explodido, como previram erroneamente os cientistas americanos. Mas o que aconteceu foi algo completamente diferente: ela está associada a um estilo de vida, da mesma forma que o câncer de pulmão predomina entre os fumantes e, como ele, continua confinada a uma pequena parcela da população. Então, a causa da doença seria um comportamento… A hipótese que nós defendemos é que a Aids é uma epidemia química, não contagiosa, provocada pelo uso persistente de drogas nos Estados Unidos e na Europa, e pela má nutrição (a falta de nutrientes causa problemas químicos, tanto quanto as drogas), na África.

Super - Como se explicam as fotos ou filmes que mostram o HIV infectando as células?

O fato de um vírus estar presente em um paciente não é suficiente para provar que ele seja a causa da doença. Especialmente se a doença não é contagiosa. Na verdade, em sua grande maioria os vírus são passageiros inofensivos do organismo humano e nunca causam doenças.

Super - A hipótese da causa química tem sido estudada de uma forma adequada, na sua opinião?

Claramente não. Ao contrário, ela tem sido censurada, suprimida e privada de verbas públicas. Os seus proponentes são intimidados e marginalizados.

Super - Você alega que os tratamentos disponíveis para a Aids não ajudaram ninguém até hoje. O que o faz pensar assim?

Primeiro, as terapias são direcionadas contra o vírus e ele não causa a Aids. Segundo, como as drogas utilizadas prejudicam o sistema de defesa do organismo (como se diz que o HIV faz) elas são Aids por prescrição médica. Receitar AZT, por exemplo, é como receitar a doença.

Super - Como se explica que o jogador de basquete americano Magic Johnson esteja em tão boa forma, embora tenha tido Aids e tomado o AZT?

Você está enganado: Johnson tomou AZT por alguns meses apenas, dez anos atrás. Depois disso nunca mais. E é por isso que tem boa saúde agora. O HIV é inofensivo, mas as drogas anti-HIV são mortais: Johnson é a prova viva disso.

Super - Você acredita que uma pessoa saudável poderia injetar o vírus em si mesma sem risco de ter Aids?

Sim. Isso já acontece. De acordo com a Organização Mundial de Saúde 33 milhões de pessoas, atualmente, são HIV-positivas, mas menos de dois milhões desenvolveram a doença desde que ela é conhecida. Portanto, há 31 milhões de pessoas infectadas e completamente saudáveis no mundo - entre as quais Magic Johnson.

Super - Você faria essa experiência?

Eu já me dispus a isso, desde que o objetivo seja fazer pesquisa - uma investigação financiada por dotações adequadas e com liberdade para publicar os resultados em revistas especializadas. Eu sou um cientista, não um apostador.

Super - Você acredita que o grupo dos chamados “rebeldes da Aids”, do qual você faz parte, pode passar a ser ouvido daqui para a frente?

Penso que o nosso maior aliado é o fracasso da hipótese de que o HIV cause Aids. As pesquisas nessa linha não conduzem à cura, não previnem e nem explicam a doença, a despeito de todos os esforços já feitos em termos de capital e de recursos humanos por mais de 16 anos. A incapacidade de produzir resultados é a marca registrada do fracasso. Isso, mais a simples lógica dos nossos argumentos, refutarão a hipótese corrente mais cedo ou mais tarde. Da mesma forma que Galileu, mesmo que depois de 400 anos, acabou convencendo até o papa de que a Terra gira em torno do Sol. (Só em 1983 a Igreja admitiu que errou ao condenar Galileu.).

Esse artigo da Revista Super Interessante foi atacado, e muito provavelmente a industria Multi-bilionária da AIDS subornou a Editora para que mais tarde se fizesse uma nota desmentindo, leiam a nota abaixo, e minha opinião depois:

A SUPER gostaria de fazer um esclarecimento. Em 2000, publicamos uma entrevista com o biólogo e químico Peter Duesberg, que defendia a tese de que a aids não era causada pelo vírus HIV. A entrevista foi conduzida por Flavio Dieguez, um dos maiores jornalistas científicos que já trabalhou conosco, e está fundamentalmente correta. Mas, ao longo dos últimos 13 anos, as teses de Duesberg caíram em descrédito e hoje temos muita clareza de que não deveríamos ter dado espaço a elas. Em parte esse descrédito se deve à tragédia de saúde pública que se abateu sobre a África do Sul, país que adotou as idéias de Duesberg em suas políticas de combate à aids. O resultado foi que o vírus se disseminou. Gostaríamos então de afirmar que, aqui na SUPER, não temos mais dúvidas de que a aids é causada pelo HIV e de que todo cuidado para evitar a transmissão desse vírus é fundamental para a saúde pública. Percebemos que esta entrevista foi redescoberta e está circulando nas redes sociais. Que fique claro que não concordamos com as idéias expressas nela.

Um abraço, Denis R Burgierman, Diretor de redação, Superinteressante

Resposta de Bruno do SeteAntigosHeptá:

Então notem a sofisma sem pudor, o cientista Peter Duesberg é um PhD, com dezenas de anos de experiência, apoiado por dezenas de outros cientistas da área, todos com PhD e até ganhadores do Nobel, mas mesmo assim a Industria Farmacêutica passa por cima de todos eles como se fossem formigas. O que CERTAMENTE aconteceu foi que subornaram falsos pesquisadores, falsos levantamentos, para então usar de retórica da controvérsia contra as descobertas de Peter Duesberg e companhia. E daí que o Vírus da AIDS se espalhou mais pela África do Sul, digo E DAÍ?  O que o Dr. Peter Duesberg afirma é que o vírus é INOFENSIVO, repito, I-N-O-F-E-N-S-I-V-O então a sua maior propagação entre a população não diz nada! Pois o vírus não provoca a morte, o que provoca a morte é os remédios usados para tentar destruir o Vírus.

Isso ficou claro? Então o nosso amigo ai, Denis R Burgierman, não está totalmente errado, mas e daí se ele estiver certo? É como se ele mesmo não tivesse lido o artigo, e obviamente não leu o livro e trabalhos do Dr. Peter Duesberg. Certamente a industria corrupta da AIDS subornou a Superinteressante para mentir descaradamente, ou usar de retórica da controvérsia. Só cai nessa retórica as pessoas que desconhecem as técnicas de argumentação sofistica, uma "arte" muito bem explorada por Advogados, Políticos e lideres Religiosos num geral. Sobre Sofisma, Leia nosso Artigo: [Clique Aqui]



Bruno Guerreiro de Moraes, apenas alguém que faz um esforço extraordinariamente obstinado para pensar com clareza...